Entre o fascínio e a técnica
Gunther Guedes
Não é de hoje que a fotografia fascina desde uma criança até um idoso. Para alguns ela tem um aspecto de mágico, por que registra determinados momentos que nos fazem nos perder no tempo. No entanto, ela está longe de ser irreal, mágico, a fotografia deve ser entendida como uma técnica, como linguagem e como arte.
Nesse contexto entre fascínio, magia e técnica, alunos do curso de comunicação social integrantes do Projeto Trilhas Potiguares participaram de uma oficina de linguagem fotográfica, ministrada pelo monitor Alessandro Muniz. O intuito do encontro foi conhecer a linguagem, a técnica e os equipamentos necessários para essa arte e profissão.
No canto direito estava a jovem Tamires Oliveira, 20. Ela comenta que desde criança é apaixonada por fotografia (prefere fotos de ambientes), mas nunca pegou a câmera para analisar. Ela acredita que a oficina vai ajudá-la a compor melhor as fotos. Trabalhar mais com os elementos dispostos. “Vou enxergar melhor os detalhes do mundo” comenta.
“Quanto mais soubermos usar a linguagem fotográfica, mais o mundo vai se conhecer. Nós somos os olhares atenciosos daqueles que acham que vêem tudo, mas na verdade não vêem nada por completo” comenta o estudante e monitor de fotografia Alessandro Muniz.
No encontro, os estudantes puderam ter noções básicas de enquadramentos, planos, texturas, equipamento amador e profissional, e composições.
Trilhas Potiguares
O Programa Trilhas Potiguares tem por missão propor novas formas de aplicação do conhecimento gerado na universidade, a partir do contato com as demandas da comunidade externa, buscando a construção solidária do saber, voltado para o desenvolvimento sustentável das comunidades.
Nesse sentido os alunos de comunicação utilizam seus conhecimentos de fotografia, cinema, rádio, televisão e impressos para ajudar as comunidades do interior. Sendo uma forma de documentar toda a produção do estado e mostrar quem são e o que fazem os moradores e alunos.
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