domingo, 24 de julho de 2011

"You know that I'm no good"

"Pai Amy Winehouse morreu aos 27 anos! É a maldição dos 27!" comenta Priscilla.
"Não minha filha, é a maldição das drogas" contra-argumenta o pai de Priscilla.



A cantora de 27 anos famosa pelas apresentações polêmicas que bebia vodka, fumava cigarros atrás de cigarros, desmaiava, cambeleava e utilizava, segundo sites de fofocas, outras drogas, abandonava a sua carreira de artista e de viva na tarde deste sábado (23).

Amy, como a maioria a chamava, era uma cantora com uma poderosa voz. Chamou atenção pela sua excentricidade, chamou atenção por, diferentemente das outras cantoras, criar o seu próprio estilo de cantar, de performar, de se apresentar.

Ela não era de seguir modismos culturais. Ela seria o próprio molde para futuras.

Quem vê Winehouse acredita que ela não foi feita para o século XXI. Foi feita quem sabe para os séculos passados. Tempo (auge) dos hippies. Alguns dizem que ela fez ressurgir "O paz e amor".

Uma vez conheci uma amiga que foi para o show dela no Rio de Janeiro. (A mesma priscilla lá de cima) e ela disse que durante o show dela, ela cambelou várias vezes. Era visível que ela estava usando alguma droga (álcool também é droga!), mas não tirou a garantia do bom show. Do show de Amy WineHouse.

E é com esse pequeno texto sobre essa cantora ímpar que vamos nos despedindo.


Uma forte voz para um fraco corpo.