domingo, 24 de julho de 2011

"You know that I'm no good"

"Pai Amy Winehouse morreu aos 27 anos! É a maldição dos 27!" comenta Priscilla.
"Não minha filha, é a maldição das drogas" contra-argumenta o pai de Priscilla.



A cantora de 27 anos famosa pelas apresentações polêmicas que bebia vodka, fumava cigarros atrás de cigarros, desmaiava, cambeleava e utilizava, segundo sites de fofocas, outras drogas, abandonava a sua carreira de artista e de viva na tarde deste sábado (23).

Amy, como a maioria a chamava, era uma cantora com uma poderosa voz. Chamou atenção pela sua excentricidade, chamou atenção por, diferentemente das outras cantoras, criar o seu próprio estilo de cantar, de performar, de se apresentar.

Ela não era de seguir modismos culturais. Ela seria o próprio molde para futuras.

Quem vê Winehouse acredita que ela não foi feita para o século XXI. Foi feita quem sabe para os séculos passados. Tempo (auge) dos hippies. Alguns dizem que ela fez ressurgir "O paz e amor".

Uma vez conheci uma amiga que foi para o show dela no Rio de Janeiro. (A mesma priscilla lá de cima) e ela disse que durante o show dela, ela cambelou várias vezes. Era visível que ela estava usando alguma droga (álcool também é droga!), mas não tirou a garantia do bom show. Do show de Amy WineHouse.

E é com esse pequeno texto sobre essa cantora ímpar que vamos nos despedindo.


Uma forte voz para um fraco corpo.


segunda-feira, 20 de junho de 2011

matéria sobre o Trilhas Potiguares

Entre o fascínio e a técnica



Gunther Guedes



Não é de hoje que a fotografia fascina desde uma criança até um idoso. Para alguns ela tem um aspecto de mágico, por que registra determinados momentos que nos fazem nos perder no tempo. No entanto, ela está longe de ser irreal, mágico, a fotografia deve ser entendida como uma técnica, como linguagem e como arte.



Nesse contexto entre fascínio, magia e técnica, alunos do curso de comunicação social integrantes do Projeto Trilhas Potiguares participaram de uma oficina de linguagem fotográfica, ministrada pelo monitor Alessandro Muniz. O intuito do encontro foi conhecer a linguagem, a técnica e os equipamentos necessários para essa arte e profissão.



No canto direito estava a jovem Tamires Oliveira, 20. Ela comenta que desde criança é apaixonada por fotografia (prefere fotos de ambientes), mas nunca pegou a câmera para analisar. Ela acredita que a oficina vai ajudá-la a compor melhor as fotos. Trabalhar mais com os elementos dispostos. “Vou enxergar melhor os detalhes do mundo” comenta.



“Quanto mais soubermos usar a linguagem fotográfica, mais o mundo vai se conhecer. Nós somos os olhares atenciosos daqueles que acham que vêem tudo, mas na verdade não vêem nada por completo” comenta o estudante e monitor de fotografia Alessandro Muniz.


No encontro, os estudantes puderam ter noções básicas de enquadramentos, planos, texturas, equipamento amador e profissional, e composições.


Trilhas Potiguares


O Programa Trilhas Potiguares tem por missão propor novas formas de aplicação do conhecimento gerado na universidade, a partir do contato com as demandas da comunidade externa, buscando a construção solidária do saber, voltado para o desenvolvimento sustentável das comunidades.


Nesse sentido os alunos de comunicação utilizam seus conhecimentos de fotografia, cinema, rádio, televisão e impressos para ajudar as comunidades do interior. Sendo uma forma de documentar toda a produção do estado e mostrar quem são e o que fazem os moradores e alunos.